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quarta-feira, abril 16, 2014

Origem dos Ditados Populares: "Cutucar a Onça Com Vara Curta"



Cutucar a onça com vara curta significa provocar alguém, deixá-lo irritado, desafiá-lo, correr perigo. A expressão originou-se no começo do século 19. Carlota Joaquina, esposa de Dom João VI, era conhecida entre os lacaios pela alcunha de "Dona Onça".

Por sua vez, D. João VI era famoso por ter o pênis pequeno o que deixava Carlota Joaquina extremamente irritada, quando o imperador a "procurava" na cama. Famosa por seus vários amantes, todos escravos africanos, Carlota Joaquina ficava extremamente furiosa por ter que encarar a "amostra grátis" de Dom João VI.

Daí nasceu a expressão "Cutucar a onça com a vara curta"!


Fonte: PRATA, Mário. Mas será o Benedito?. Editora Globo. Rio de Janeiro: 2009.

quarta-feira, abril 09, 2014

Nota de Esclarecimento da Família



A família do Cadete THIAGO ANTONIO DE FERRO CASTRO, que perdeu seu filho no dia 04/04/ 2014 num acidente de carro, vem esclarecer à população em geral e em particular à Policia Militar do Maranhão, que quaisquer que sejam as inverdades que foram ou que ainda forem divulgadas em blogs sensacionalistas sobre a possível falta de apoio da corporação militar à família do referido cadete, é de inteira responsabilidade dos responsáveis por esses blogs que serão processados na forma da lei, deixando a nossa família muito magoada com a forma que esta sendo utilizada a imagem de seu filho querido para denegrir a imagem da Policia Militar do Maranhão, e vem a público agradecer a todo o apoio que foi dado e que ainda continua sendo dado pela Policia Militar do Maranhão a toda família do estimado cadete, que já fora tratado mesmo com seu pouco tempo de academia, como um oficial daquela corporação, deixando assim nada a reclamar da POLICIA MILITAR DO MARANHÃO.

São Luis., 07 de Abril de 2014
Antonio Carlos Pinheiro Castro e Carolina Elisa Campos Ferro
PAIS do Cadete Thiago Antonio Ferro Castro

segunda-feira, abril 07, 2014

Nota de Esclarecimento



Por dever de justiça e de cidadania o corpo de oficiais da Academia de Polícia Militar "Gonçalves Dias" (APMGD) vem a público manisfestar seu repúdio contra texto publicado na versão digital do "Jornal Pequeno", no blog do "John Cutrim", às 11:32 horas, no dia 05/04/2014, intitulado "Carta Reveladora de um Cadete da PMMA".

O texto está repleto de inverdades, de acusações injustas e levianas feitas contra a pessoa do Tenente Coronel Carlos Augusto Furtado Moreira, Comandante da APMGD, escolhido por unanimidade pelo Conselho de Coronéis da PMMA para ser o gestor daquela Instituição de Ensino Superior.

Produzido de forma covarde e sorrateira, pois anônima, a infeliz carta acusa o Tenente Coronel Furtado de insensibilidade ante o trágico e prematuro falecimento do saudoso e querido Cadete Thiago Antônio Ferro Castro, o que absolutamente não coaduna com a veracidade dos fatos.

Os oficias, praças, professores, funcionários civis da APMGD e a própria família do Cadete são testemunhas que o Tenente Coronel Furtado desencadeou todas as providências necessárias assim que tomou conhecimento, às 05:50 h da manhã, daquele dia fatídico.

De imediato, determinou ao oficial de dia, o Tenente Aguiar, e ao Comandante do CFO I, o Tenente Brasil, que inclusive já estavam no local do acidente, na avenida Carlos Cunha, que envidassem esforços para prestar toda a assistência necessária aos Cadetes envolvidos no acidente automobilístico (Ferro e Aymoré) tendo ambos os oficiais cumprido fielmente a missão que lhes fora confiada.

Acionou-se ambulância da SAMU ao local do acidente, acionou-se a equipe do ICRIM/IML ao local do sinistro, prestou-se socorro ao Cadete Aymoré que escapou ileso do acidente e, mesmo assim, fora conduzido ao hospital UDI no Jaracaty por precaução.

Ao chegar ao quartel da APMGD , antes do horário previsto como sempre o faz, o Tenente Coronel Furtado reuniu todos os oficiais e:

1. Determinou ao Tenente Rodrigo que fosse ao ICRIM/IML para as providências relativas à liberação do corpo do Cadete Ferro;

2. Acionou a Tenente Natália do Serviço de Assistência Social da PMMA (CAPS) para aquisição do caixão e demais providências acerca do funeral;

3. Ofereceu à família do Cadete Ferro a Capelania e as instalações da APMGD para realização do velório, o que foi aceito de bom grado pela família;

4. Determinou ao Tenente Brasil que acionasse o guincho da PMMA para recolher o veículo do Cadete ao Complexo do Comando Geral;

5. Determinou ao Tenente Brasil que acompanhasse o pai do Cadete falecido em todos os atos, desde a liberação do corpo junto ao IML até o translado do corpo da funerária à APMGD;

6. Acionou mais uma vez a Tenente Natália (CAPS) para que esta oficiasse a Diretoria de Apoio Logístico (DAL) e providenciasse um uniforme de passeio para o nosso querido Cadete Ferro;

7. Liberou os oficiais e praças das atividades administrativas de expediente e determinou que estes se dedicassem integralmente aos preparativos do velório;

8. Providenciou junto ao Tenente Clóvis da PM/4 água mineral, café  e leite em quantidade suficiente para as pessoas que velariam a corpo do Cadete;

9. Acionou corpo médico e ambulância da PMMA para acompanhar o velório o que se mostrou eficaz no atendimento das pessoas que desmaiaram devido à emoção;

10. Providenciou para que fosse adquirida uma coroa de flores como forma de homenagem ao féretro;

11. Solicitou aos Cadetes que, embora dispensados das atividades acadêmicas, comparecessem para prestar as últimas homenagens ao Cadete Ferro; no que foi prontamente atendido. Foram inúmeros os cadetes que se voluntariaram, sobretudo as turmas do CFO IV, CFO II e CFO I, demonstrando verdadeiro espírito de corpo;

12. Acionou a Capelania que se fez presente nas 24 horas do velório através e dos padres Paulo e Zé Raimundo, além dos pastores Josué e Zé Luis, inclusive providenciando para que fossem realizadas duas missas de corpo presente, além dos pastores que se revezaram entre orações e palavras de conforto aos familiares;

13. Participou e supervisionou todos os atos religiosos e militares que fazem parte do cerimonial (Guarda Fúnebre, Escolta Fúnebre, Salva de Tiros) bem como exortou todos os oficiais da APMGD para contribuírem no desenrolar das atividades;

14. Providenciou corneteiro junto a Banda de Música da PMMA para que fosse feito o toque de silêncio, o último adeus ao Cadete Ferro, o que foi feito no cemitério Parque da Saudade;

Lamentamos a atitude de uma pessoa mesquinha que se diz policial e que aproveitou-se de um momento de dor extrema para a família gonçalvina e, sobretudo para a família do Cadete recém falecido, para semear difamação e calúnia, isto sim uma evidente demonstração de insensibilidade e desrespeito com a memória do cadete Ferro. Memória que devia ser reverenciada e não conspurcada por uma carta abjeta.

Assim como no mundo real, o mundo virtual está contaminado por pessoas mesquinhas, recalcadas, infelizes, amarguradas, que passam a eleger alvos inocentes para destilar e compensar, em uma espécie de catarse, a frustração de suas existências miseráveis.

Desta forma, usam as redes sociais, os blogs, como veículo para vociferar ofensas, palavras de calão, injustiças, inverdades. Acabam deixando claro para todos sua pouca cultura, seu português sofrível e a futilidade de seus argumentos. Como Jesus determinara outrora, "a boca fala do que está cheio o coração"...

A Lei maior do Brasil assegura a liberdade de expressão, todavia não assegura a quem não assume suas opiniões. A própria Lei determina que o exercício da liberdade de expressão implica na responsabilização por injúrias e difamações perpetradas, sendo assegurado o direito de resposta proporcional ao agravo, além de indenização material, moral ou à imagem.

A Constituição Federal proíbe taxativamente o anonimato. Com efeito, o anonimato é uma forma torpe e vil de pronunciar-se uma acusação. Quem o faz não assume o que disse, revelando terrível vício moral, típico de quem não tem coragem, não é Homem na verdadeira acepção da palavra, não é sequer um cidadão, pois se assim o fosse, formalizava suas supostas acusações e as encaminhava aos órgãos competentes, seja à Corregedoria da PMMA, seja ao Ministério Público.

O anonimato além de ato covarde, estimula as opiniões fúteis, os comentários estabanados, sem ensejar que a vítima de tal vilipêndio possa insurgir-se contra o autor, o que por si só já nos esclarece acerca da baixeza moral e a falta de autoridade de quem escreve denúncias anônimas.

O blogueiro que acolhe e publica denúncia anônima, sem sequer verificá-la, sem ouvir a parte acusada, concede ao anônimo uma credibilidade indevida. Um cidadão honrado não precisa esconder-se sob o véu do anonimato para atacar a conduta de um homem competente e trabalhador. É muito mesquinho dizer que o Tenente Coronel Furtado teve mal procedimento se não se permite a possibilidade do acusado esclarecer as informações, exercer um direito fundamental num Estado Democrático de Direito, que é o direito à defesa e ao contraditório.

Já é entendimento consolidado pela jurisprudência que se o site que publicou a ofensa não colaborar com o agredido, tirando a mensagem ofensiva do ar e não guardar os registros que possam levar à identificação do autor das ofensas, torna-se  réu no processo. De igual modo o provedor que oferece a hospedagem do site deverá ser notificado oficialmente para retirar a página do ar, sob pena de co-autoria.

É incompreensível, lamentável a até nos custa crer que um Cadete da PMMA, acadêmico da UEMA, escreva tão mal e seja tão desinformado a ponto de supor que ainda exista anonimato na internet, de não saber que por decisão judicial os provedores são obrigados a fornecer o IP (internet protocol) do computador, para rastrear e identificar a pessoa que cometeu delitos contra a honra.

O Tenente Coronel Furtado foi insensível? Pergunte-se à Sra. Carolina e ao Sr. Antônio, pais do Cadete Ferro; pergunte-se aos Cadetes colegas de turma do Cadete Ferro; Pergunte-se ao Sr. Coronel Flávio, Diretor de Ensino da PMMA que presenciou a justa homenagem feita ao pais do Cadete Ferro;pergunte-se ao Sr. Coronel Aldimar Zanoni Porto, Comandante Geral da PMMA, que foi pessoalmente ao local do acidente e ao velório e pode conferir todo o zelo do Comandante da APMGD no cometimento das providências que lhe cabiam em suas esferas de atribuições.

O Tenente Coronel Furtado não precisa se defender de tais ataques desprovidos de fundamento, pois o seu trabalho e sua dedicação o precedem, são suficientes, falam por si.

Tenente Coronel Furtado não se detenha, os incomodados que se retirem. Embora seja uma instituição de ensino superior que segue todas as normas de ensino e graduação da UEMA, embora sejamos defensores incansáveis da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, não abriremos mão da hierarquia e da disciplina, características máximas da nossa instituição, princípios que estão no DNA dos militares que somos.

Senhor Cadete "anônimo", se você estava acostumado àquele tempo em que tudo era permitido, em que nada era proibido... PEDE PRA SAIR. Se você não gosta ou não quer ser militar, procure uma profissão no mundo civil e seja feliz. Seja um cidadão, afinal este é objetivo maior da educação, formar cidadãos conscientes de seus direitos e de seus deveres. No entanto, se pretendes continuar jamais esqueça que a Academia de Polícia Militar "Gonçalves Dias" é uma escola de líderes, não é uma escola de covardes.




Raimundo Salgado Freire Júnior -Major QOPM
 (Subcomandante da APMGD)


Carlos Frank Pinheiro de Oliveira - Major QOPM

(Comandante do Corpo de Alunos)


Wellington Chaves Pinheiro - Capitão QOPM

(Chefe da Divisão Administrativa)


Ana Paula Froes Barros - Capitã QOPM
(Adjunta da Divisão Administrativa)


Genival Pereira dos Santos - Capitão QOPM
(Chefe da Divisão de Ensino)

Égiton Marques da Rocha - Capitão QOPM
(Subcomandante do CA)

Enoque Lima Silva - Tenente QOPM
(Adjunto da Divisão de Ensino)

Daniel Portela Aguiar - Tenente QOPM
(Chefe do Gabinete do Comando)

Cléres de Sousa Andrade - Tenente QOAPM
(Chefe da Seção Pedagógica)

Francisco Diogo da Silva Neto - Tenente QOPM
(Comandante do CFO III)

Rodrigo Christian Rodrigues Serra - Tenente QOPM
(Comandante do CFO II)

Raimundo Alves Barbosa - Tenente QOAPM
(Adjunto a Divisão Administrativa)

Thiago Brasil Arruda - Tenente QOPM
(Comandante do CFO I)









terça-feira, março 11, 2014

Poesia em Prosa: Flores Para Quem As Devia Ter Enviado.



Qual o segredo das flores
Que vejo no mundo?
Qual o perfume das flores
Que sinto em você?
Qual o recado das flores
Para a silenciosa humanidade?

Se tens tempo para parar e observar
Uma flor à beira do caminho
Se tens tempo para sentir
O perfume que ela exala
Você já se transformou
Em uma flor...Viva.

Se não tens tempo para parar e observar
Uma flor à beira do caminho
Se não tens tempo para sentir
O perfume que ela exala
Você ainda é pedra...Morta.

Flores de malmequer
Flores de bem-me-quer
Rosas, ladras do poeta Cartola
Como elas, me atrevo constantemente
A roubar teu perfume de mulher florida...

Indiferença em relação a flores
A psiquiatria já determinou:
É sintoma de depressão profunda
Evidência de melancolia
Mulheres que não gozam de noite
Homens que não amam de dia.

Flores para escolher a mulher amada
E dizer-lhe o quanto é desejada.
Flores para dar um último adeus
Àqueles que nos deixaram
Com flores que nunca foram dadas.

Flores ofertadas em sinal de admiração
Flores murchas pedindo perdão
Rosas ofertadas no dia dos namorados
Rosas carentes que muitas mulheres
Acreditem, enviam a si mesmas...
Mulher sábia que envia para seu homem
As flores que ele devia lhe ter enviado.

Perfume das mulheres-flores
Mecanismo evolutivo
Que permite que as flores sejam fecundadas
Polinizadas pelos homens-abelha, abelhudos
Com seus ferrões nada românticos
E com sua feia mania de voar de flor em flor.

Mas para ti, minha flor
Aquela para quem meu coração foi feito
No jardim da alegria ou da dor
Arranco sem dó do meu peito
A flor do meu único amor.


Raimundo Freire

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