quarta-feira, janeiro 25, 2012

Só Love, Só Love




"A minha alegria é ainda maior, pois hoje é o aniversário de 55 anos da minha mãe. Essa volta para o Flamengo e para o Brasil é o presente que ela queria. Agradeço a todos que pensaram positivo para que tudo desse certo. Agora é só alegria. Agora é mengão" - Vagner Love.

"Sempre mostramos um carinho enorme pelo Vágner Love. Ele é rubro-negro e tem o perfil do jogador que queremos no Flamengo. É apaixonado pelo Flamengo e vestirá o manto sagrado com muita propriedade. No Flamengo joga quem quer e ele demonstrou que queria. Estamos muito felizes com o seu retorno e esperamos que a nação comemore muitos gols dele" - Patrícia Amorim.


"Para mim é uma grande honra jogar com o Vágner Love. Ele é meu compadre, amigo, irmão, padrinho e afilhado. Por isso tudo, estou muito feliz. A chegada dele é muito boa pra gente. Considero o Love como um dos melhores atacantes do mundo" - Ronaldinho Gaúcho. 

O BBB que o Brasil Precisa


Desemburrecendo: Por Que a Porta da Geladeira Trava Logo que a Gente Fecha?




A resposta está na pressão atmosférica.

Os gases quentes ocupam mais espaço que os gases frios. Quando você abre a geladeira uma corrente de ar quente entra e mesmo uma pequena quantidade de ar quente ocupa um grande espaço. Todavia quando você fecha a geladeira esse ar quente que entrou esfria e encolhe.

Isto significa que a quantidade de ar por centímetro quadrado dentro da geladeira fica menor do que fora. Ou seja, a pressão atmosférica no interior da geladeira é menor que a pressão atmosférica do lado de fora. Literalmente,  a pressão atmosférica empurra a porta da geladeira, lacrando-a.

Acontece que com o passar do tempo, os vazamentos que existem na vedação da geladeira permitem que o ar escape o que faz com que as pressões atmosféricas do dentro e do lado de fora fiquem parecidas, permitindo que a porta abra.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Poesia: Desejos



Pois, desejo primeiro que você ame e que amando, também seja amado.
E que, se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja só, mas que se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos e que, mesmo maus e inconsequentes, sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar, que confiando, não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que tenha inimigos, nem muitos, nem poucos,
mas na medida exata para que, algumas vezes você se interpele a respeitos de suas próprias certezas.
E que entre eles haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiadamente seguro.

Desejo, depois, que você seja útil, mas não insubstituivelmente útil , mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente pra deixar você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante, não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
mas com os que erram muito e irremediavelmente, e que essa tolerância, não se transforme em aplauso, nem em permissividade.
Para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.

Desejo que você, sendo jovem, não amadureça depressa demais e que, sendo maduro não insista em rejuvenescer.
E que, sendo velho, não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e sua dor.
E é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.

Desejo, por sinal, que você seja triste, mas não o ano todo, nem em um mês, e muito menos numa semana.
Mas, apenas por um dia. Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom.
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra, com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo.
Talvez agora mesmo, mas se for impossível, amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão à sua volta, porque seu pai aceitou conviver com eles.
E que eles continuarão à volta de seus filhos, se você achar a convivência inevitável.

Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e 
ouça pelo menos um joão-de-barro
erguer triunfante o seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente, por mais ridícula que seja,
e acompanhe o seu crescimento dia-a-dia,
para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, porque é preciso ser prático.
E que, pelo menos uma vez por ano, você ponha uma porção dele na sua frente e diga:
"Isso é meu". Só pra que fique claro quem é dono de quem.

Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal,
não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal,
Mas que esse frugalismo não impeça você de abusar quando o abuso se impõe.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você.
Mas que, se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.

Desejo por fim que, sendo  mulher, você tenha um bom homem,
e que sendo homem, tenha uma boa mulher.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez,
e novamente, até o próximo ano acabar.
E quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.

E se isso acontecer, não tenha mais nada pra desejar.




Poesia de Sérgio Jockymann, publicada em 1980 no Folha da Tarde, de Porto Alegre-RS






Quase



Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perderam por medo, nas idéias que nunca saíram do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença do  "bom dia" quase sussurrado. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris teria tons cinzas. O nada não ilumina, não inspira, nem acalma, apenas o vazio que cada um trás dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente a paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos chances; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar uma alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e confie em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.


Sarah Westphal Batista da Silva.

domingo, janeiro 22, 2012

Mesmo Assim




As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as mesmo assim.

Se você tem sucesso em suas realizações,
ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso mesmo assim.

O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem mesmo assim.

A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto mesmo assim.

Aquilo que você levou anos para construir,
pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa mesmo assim.

Os pobres tem verdadeiramente  necessidade de ajuda,
mas alguns deles podem atacá-los se você ajudá-los.
Ajude-os mesmo assim.

Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo,
você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor mesmo assim.


Madre Tereza de Calcutá.


quinta-feira, janeiro 19, 2012

Sugestão de Leitura: A Farsa



Acabei de ler e recomendo o livro A Farsa do escritor americano Cristhopher Reich, publicado no Brasil pela editora Sextante. O livro figurou entre as listas do mais vendido do The New Yok Times e teve seus direitos adquiridos pela Paramount Pictures para ser transformado em filme.

Durante uma escalada nos Alpes suíços, o médico Jonathan Ranson e sua bela esposa Emma são colhidos por um avalanche que resulta na morte de Emma. Um dia depois Jonathan recebe um envolope endereçado à sua esposa contendo ticketes de recibo de duas malas a serem recebidas em uma distante estação de trem.

Ao receber as malas Jonatan e surpreendido por dois homens que tentam roubá-las, durante a briga o médico acba matando um dos agressores e deixando o outro gravemente ferido para logo em seguida descobrir que os dois homens que tentaram tirar-lhe as malas eram policiais.

Ao verificar as malas Jonathan descobre que sua falecida esposa era uma agente secreta envolvida em espionagem internacional e atos terroristas. Jonathan resolve fugir.

Jonathan é perseguido implacavelmente e para salvar a própria pele precisa investigar e descobrir a realidade que sua falecida esposa escondia sob a fachada de uma enfermeira  da ONG Médicos Sem Fronteiras, mas que na verdade era uma espiã internacional envolvida com terrorismo, manipulação ilegal de urânio e tentativas de destruição de Israel.

Recomendo esse excelente suspense cheio intrigas e reviravoltas que deixam o leitor preso nessa empolgante aventura.


REICH, Cristhoper. A Farsa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Amor de Perdição



Quando a conheci, tinha 16 anos. Ela, não sei.
Fomos apresentados em uma festa por um carinha que se dizia meu amigo.
Foi amor a primeira vista.
Ela me enlouquecia.
Chegou a um ponto que não conseguíamos mais viver um sem o outro.
Mas, era um amor proibido. Meus pais não aceitaram.
Fui repreendido na escola. Passamos a nos encontrar escondidos.
Fiquei louco. Eu a queria, mas não a tinha.
Não podia permitir que me afastassem dela.
Amava-a apaixonadamente.
Bati o carro. Quebrei tudo dentro de casa.
Quase matei minha irmã. Estava louco.
Precisava cada vez mais dela.
Hoje, tenho 39 anos e estou abandonado.
Pelos meus pais, pelos meus amigos e por ela.
Devo-lhe tudo: meu amor, minha vida, minha destruição e minha morte.
Seu nome?
Cocaína.


Fredd Mercury (Líder do Queen, pouco antes de morrer de aids).

Big Brother Brasil - Um Programa Imbecil





Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
            
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
            
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
            
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
            
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
            
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
            
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
            
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
            
Respeite, Pedro Bial
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
            
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
            
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
            
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
            
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
            
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
            
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
            
Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
            
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
            
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
            
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
            
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
            
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
            
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
            
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
            
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.







Antonio Barreto ( Professor, Poeta e Cordelista Baiano).

sábado, janeiro 07, 2012

Por Que Fazer Sexo?




  1. Sexo é um anti-histamínico natural. Ele ajuda no combate à asma e à febre do feno;
  2. O Sexo acaba com as dores de cabeça, pois alivia as tensões que comprimem os vasos sanguíneos da cabeça;
  3. Beijar todo dia faz bem para sua boca. O beijo estimula a saliva a trabalhar mais e a mover a comida reduzindo, assim, o nível dos ácidos que causam cáries;
  4. O sexo é o tranquilizante mais poderoso do mundo. Consegue ser dez vezes mais eficaz que outros remédios para dormir.
  5. Quanto mais sexo, mais sexo. O corpo sexualmente ativo desprende uma quantidade maior de ferormônio, uma espécie de perfume natural que atrai sexualmente o sexo oposto;
  6. O sexo é uma cura instantânea para a depressão leve, pois libera endorfina na corrente sanguínea, produzindo uma sensação de euforia e bem estar;
  7. É um excelente esporte, pois alonga e tonifica todos os músculos do corpo;
  8. É excelente para perder calorias, equivale a uma caminhada de 30 minutos;
  9. Reduz as possibilidades de contrair dermatites, erupções e manchas na pele, o suor produzido limpa os poros e deixa a pele como uma aparência bem melhor;
  10. Testes científicos descobriram que as mulheres que fazem sexo liberam o dobro de estrogênio, que torna os cabelos mais brilhantes e a pele completamente mais lisa e renovada.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Banquete



Que o seu chegar seja mais que um
 simples chegar.
Que seja símbolo de um tempo
 de demoras e permanência.
Deitarei a toalha branca sobre a mesa
e permitirei que suas pontas venham
cobrir também a minha alma.
Cada vez que nossa mesa é posta,
muito mais que um alimento,
a vida nos é oferecida!
Que seja assim.
Que nossa fome de amor
e de fraternidade seja sempre saciada
nos olhares dos quais nos serviremos.


Fábio de Melo (Melo, Fábio de. Quem Me Roubou de Mim? São Paulo: Editora Canção Nova, 2011)

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